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Lançado o livro “Mulheres pela Água”

O livro tem o depoimento de 50 mulheres de todo o país

Foi lançado no final de novembro pela REBOB (Rede Brasileira de Organismos de Bacia) o livro, um e-book, ”Mulheres pela Água”. Escrito por 50 mulheres que trabalham na gestão de recursos hídricos em todo o país, o livro foi feito em parceria com a Fundação Agência das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, AGEVAP (Associação Pró-Gestão das Águas do Rio Paraíba do Sul) e a FABHAT (Fundação Agência da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê). O prefácio é de Marilia Melo, da SEMAD (Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento), de Minas Gerais.

No grandioso 8º Fórum Mundial da Água realizado em Brasília (DF) em março de 2018, um dos desejos explicitados nas palestras, diálogos e debates foi o de evidenciar a participação da mulher nos processos de gestão da água no Brasil. No Fórum Cidadão, um dos pilares do evento, que reuniu mais de 120 mil pessoas na Vila Cidadã, realizou-se a Academia de Formação Embaixadoras da Água, promovida pela BPW-Brasil, Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de Porto Alegre-RS, Women for Partnership e Soroptimist.

MULHERES DE TODO BRASIL

A coordenadora da Academia de Formação Embaixadoras da Água, no Brasil e América Latina, Yara Blotchein é uma das 50 mulheres contempladas no livro que reúne também Christiane Ferreira, presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Fernanda Matos, pesquisadora da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a pedagoga Fátima Casarin, do Comitê Gestor da OGA (Observatória da Gestão das Águas), as engenheiras Rosa Formiga, professora da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e Suraya Modaelli e a bióloga Vera Lúcia Teixeira, entre outras.
Essas mulheres integram e compartilham das decisões dentro do Sistema Nacional de Recursos Hídricos, em Comitês, Órgãos Gestores, Empresas Privadas ou em Organizações Civis. O foco da publicação é relatar, através de artigos e depoimentos de mulheres de todo o território brasileiro, a inserção propositiva delas, destacando a força e a energia que trazem para os processos, programas e ações desenvolvidos nos locais de trabalho, em suas vidas públicas ou em empresas privadas e organizações sociais.

Mujeres de Arena

O evento foi contemplado pela Lei Aldir Blanc

Realizou-se em Saquarema, o espetáculo on line Mujeres de Arena, durante uma sessão especial, seguida de debate, sobre violência contra a mulher e o feminicídio. Participaram: Edna Calheiros, presidenta do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher do Rio de Janeiro (CEDIM RJ), Terezinha Ruade, presidenta do Movimento Articulado de Mulheres de Saquarema (MAMAS), Dra. Gleyde Moraes, presidente da Comissão da OAB Mulher da 51° Subseção da OAB/RJ, integrante do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Saquarema e Dra. Alrian Fernandes, delegada da DEAM (Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher) de Niterói.

A jornalista Dulce Tupy, da Comissão de Mulheres da Fenaj (Federação Nacional de Jornalistas), vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro e editora do jornal O Saquá, de Saquarema, e do site osaqua.com.br. não compareceu ao debate, por motivo de força maior. O espetáculo “Mujeres de Arena, um grito contra os feminicídios” é uma adaptação da obra do mexicano Humberto Robles, realizada pela artista Rosite Val e pela produtora Mirian Arce, fundadoras do Raver Coletivo Teatral. Contra o machismo que ainda impera no século XXI, a peça foi contemplada no Edital Retomada Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro ISECEC), através da Lei Aldir Blanc.

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