A maquete da escola técnica que será
construída na Barreira num terreno de 35 mil metros quadrados,
que irá beneficiar alunos da região
A construção
de uma escola técnica na cidade, prometida pelo deputado Paulo
Melo, com o aval do governador Sérgio Cabral, esteve comprometida,
quando foi questionado o custo da desapropriação pago
pela Prefeitura Municipal de Saquarema. Na verdade, o terreno de 35
mil metros quadrados desapropriado pelo prefeito Antônio Peres
para construir uma escola representa apenas uma pequena parte da área
de 124 mil metros quadrados de propriedade de Luiz Tralhão,
quase em frente ao Campo de Futebol do Boavista. Mas o fato tornou-se
uma espécie de queda-de-braço entre a oposição
e o governo que acabou ganhando em juízo o direito de construir
uma escola técnica que servirá não só
para os alunos de Saquarema, mas de toda a região.
“O prefeito Peres em 2007 resolveu construir uma grande escola
em Bacaxá que unisse o aprendizado formal ao esporte, com uma
Vila Olímpica, Quadra de Esportes, Piscina e Pista de Atletismo”,
conta o procurador-geral do município, Dr. Antônio Francisco
Alves Neto, que recebeu pessoalmente da Justiça o Mandado de
Imissão na Posse do terreno, no final de agosto, o que possibilita
agora a instalação definitiva do projeto.
Segundo o procurador-geral, Peres queria levar para esta super-escola
alunos que manifestassem talento para os esportes. Feita a desapropriação
do terreno, no início de 2007, o município depositou
o valor venal da área para fins de IPTU, cerca de 220 mil e
a Justiça deu a Imissão de Posse do terreno ao município.
Uma conversa entre o prefeito Peres e o deputado Paulo Melo mudou
o rumo do projeto, pois em vez de uma escola municipal o deputado
ofereceu, numa intermediação com o governo do Estado,
a construção de uma escola técnica, antiga reivindicação
da juventude saquaremense, principalmente agora com a perspectiva
de construção do Comperj, o Complexo Petroquímico
da Petrobras que está sendo construído em Itaboraí,
acenando com a possibilidade de contratação de jovens
técnicos de toda a região, desde que estejam realmente
capacitados.

Dr. Francisco com a Imissão
de Posse no
terreno da escola técnica
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Já
com tudo acertado e até com máquinas no terreno, surpreendentemente
foi determinada pelo Juízo da 2ª Vara da Comarca de Saquarema
uma perícia para redefinir o valor do terreno, o que foi feito,
aumentando o valor para 370 mil. O município, então, depositou
a diferença e só agora, depois de muitas idas e vindas
judiciais, recebeu novamente a Imissão de Posse do terreno onde
a obra já havia sido iniciada pelo governo do Estado. Na contramão
do desenvolvimento, curiosamente a oposição comemorou
quando as obras foram paralisadas; pessoas chegaram a derrubar os tapumes
da obra que virou um pomo da discórdia nas ruas, praças
e calçadão...
UMA
ESCOLA JÁ ESTÁ
QUASE PRONTA
Depois
de muita boataria, finalmente a decisão veio no final de agosto,
com a Imissão de Posse do terreno onde será construída
a escola técnica. Enquanto isto, o prefeito Peres não
ficou parado e está construindo, em silêncio, a maior
escola municipal no bairro de Água Branca, perto do Asfalto
Velho, numa área de 20 mil metros quadrados, que será
inaugurada no final do ano.
“Será uma escola com 20 salas de aula, biblioteca, sala
de informática, refeitório, etc.”, fala o prefeito
Peres, que já tem seu nome inscrito na história da cidade
como o prefeito que mais fez pela educação. Afinal,
foi durante seu mandato que foram construídas mais de 200 salas
de aula e as escolas Orgé Ferreira dos Santos , em Itaúna,
Luciana Santana Coutinho, no Porto da Roça, Edílson
Vignoli Marins, no Rio da Areia e Carmem Regina, no Boqueirão,
sem falar nas inúmeras reformas que fez em praticamente todas
as escolas e creches do município. Foi também em seu
governo que a primeira faculdade pública chegou em Saquarema,
através de cursos à distância e com aulas presenciais
aos sábados, na Escola Edílson Vignoli Marins. Foi também
implantado por Peres o transporte escolar universitário, com
recursos próprios da Prefeitura, que vem beneficiando milhares
de estudantes, sem falar em outras iniciativas que colocaram a educação
de crianças e jovens saquaremenses no nível de hoje.

A maior escola do município
era um antigo
sonho do prefeito Antonio Peres

A
maior escola do município
ficará pronta até o final do
ano e o terreno da escola
técnica já esta liberado
para obras
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A Escola Municipal Castelo Branco, do Boqueirão, promoveu o projeto
“A imprensa invade o Castelo”, onde homenageou os profissionais
que trabalham na área de jornalismo e relembrou o bicentenário
da imprensa no Brasil, comemorado este ano.
Os jornais O Saquá e Poiésis foram homenageados, assim
como a poeta Roseana Murray. Poeta, mineiro e fundador do jornal Poiésis,
o escritor Camilo Mota fez uma palestra sobre o jornal nascido em Petrópolis,
com apenas 2 folhas, encartadas dentro do jornal Obelisco e posteriormente
editado em 12 páginas, em preto e branco, chegando a sua atuação
configuração, com algumas páginas coloridas, enfocando
principalmente arte e literatura.
Já o jornal O Saquá, representado pela jornalista Dulce
Tupy, comemorou com os alunos os seus 8 anos de fundação.
Com assuntos gerais, vendido em todas as bancas de jornal da cidade
e circulando em praticamente todos os bairros do município, mesmo
os mais distantes, como Vilatur e Sampaio Corrêa, O Saquá
vem se destacando como a maior mídia impressa de Saquarema, além
de sua versão na internet (www.osaqua.com.br).
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Jornalista
profissional, redatora especializada em cultura, com passagem por
diversos órgãos da chamada grande imprensa como O Estado
de São Paulo, Revista Visão, Isto É, entre outros,
Dulce conheceu e aplaudiu a pequena redação do jornal
EM Branco, dos alunos e professores da escola, onde se podiam ver
as diversas fases de edição de um jornal, desde a escrita
com pena, passando pelas máquinas de escrever, até o
atual computador. Várias tendas no pátio da escola ampliaram
a festa preparada como muito empenho por toda a equipe coordenada
pela diretora Sandra e pelo professor Ivo.

A redação do jornal EM BRANCO,
da
escola Castelo Branco
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