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O Saquá 257 – Chamadas de Capa

Reunião na Barra Franca
busca solução para pesca

Técnicos do INEA ouviram as queixas dos pescadores de Saquarema na Barrinha (Foto: Divulgação)

Desde que foi feita a obra do molhe da Barra Franca, que prometia fartura de pesca, nunca a tradicional atividade pesqueira ficou tão prejudicada. As pedras colocadas para formar o molhe, entre a boca da lagoa de Saquarema e o mar, na altura da praia de Itaúna, se movimentaram pela força das ondas e, em vez de abrir corretamente, acabaram fechando a entrada da barra, provocando uma série de acidentes para barcos e pescadores. Recentemente, uma reunião do INEA (Instituto Estadual do Ambiente) com a prefeita Manoela Peres, na Prefeitura, e com os pescadores na Barrinha, próximo ao molhe de pedras, selou um compromisso do órgão estadual com o município, no sentido de tentar resolver o problema da Barra Franca. Na verdade, este é um problema que se arrasta ao longo dos séculos, pois o naturalista francês Auguste de Saint Hilaire já registrara, em 1818, em sua passagem pela região, a abertura da barra – feita de forma primitiva pelos moradores locais – como um dos fatores para promover a pesca abundante na Lagoa de Saquarema.
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O naturalista Saint Hilaire esteve em Saquarema em 1818, viu a lagoa e descreveu como a população fazia para abrir a barra e favorecer a pesca

Mais uma vez Silênio!

Silênio e a esposa Lubete (Foto: Luciane Vignoli)

O jornalista Silênio Vignoli se foi, como tantas pessoas têm ido ultimamente. De repente, ficamos mais sozinhos nesse mundo, tanto como no jornal O Saquá, que o tinha não só como colaborar assíduo, mas como uma das principais cabeças do jornalismo atual. No âmbito da família, Silênio deixou um vazio enorme, impossível de preencher. Para a esposa Lubete, companheira há quase 28 anos, restaram as lembranças de um companheiro para toda a vida. Amigos desde a infância, encontraram na maturidade sua razão de viver.
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Paulo Luiz Oliveira, um historiador popular

O historiador Paulo Oliveira e a jornalista Dulce Tupy no lançamento do filme “Confederação dos Tamoios: a última batalha”, inspirado em seu livro “Tamoios, Senhores do Litoral”

Autor do livro “Tamoios, Senhores do litoral”, Paulo Luiz Oliveira foi um dos cérebros mais brilhantes de Saquarema. Como pesquisador, autodidata, tornou-se um verdadeiro historiador, popular, quando publicou em seu livro uma descoberta histórica: a grande batalha da Confederação dos Tamoios, em 1575, foi em Saquarema e não em Cabo Frio, como se pensou por muito tempo. Ao falecer, Paulinho, como era conhecido, deixou sua família inconsolável e um romance histórico, situado em 1711, praticamente pronto para ser publicado.
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Os 162 anos de Araruama

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