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Filme “Confederação dos Tamoios” ganha Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo

O 37º Prêmio de Direitos Humanos de jornalismo, realizado pelo Movimento de Justiça e Direitos Humanos (MJDH), com a colaboração da Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (ARFOC-RS) e Ordem dos Advogados do Brasil RS (OAB/RS) realizou-se no Dia 10 de dezembro, dia da Declaração dos Direitos do Homem e da Mulher, proclamado pela ONU (Organização das Nações Unidas). O Prêmio destaca o trabalho de jornalistas, documentaristas e fotógrafos na denúncia de violações e defesa dos Direitos Humanos nas sociedades da América do Sul.

Devido à pandemia da COVID-19, o evento foi virtual, transmitido pelo canal do MJDH no Youtube. Mediado pelo presidente do MDH, Jair Krischke, em parceria do Ricardo Breier, da OAB, a solenidade de entrega dos prêmios teve o apoio da Regional Latino Americana da União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação (Rel UITA), a Union to Union, instituição sueca que atua pelo fortalecimento dos sindicatos no mundo.

Os homenageados em 2020 foram: Dra. Ana Maria Araújo, por Reconhecimento, e a Personalidade em Direitos Humanos foi o Procurador da Guatemala, Augusto R. Andrade. Na categoria Especial, ganhou a reportagem “Precarização do Trabalho”, tema do Prêmio esse ano, da TV Rede Minas. Em 20 lugar, “Risco e sobrevivência sobre duas rodas”, do Correio Braziliense, seguida por “Trabalho escravo, despejos e máscaras a R$ 0,10”, sobre migrantes bolivianos, do Repórter Brasil (SP). A Menção Honrosa foi para “Essenciais no distanciamento”, sobre os motoboys na pandemia, jornal Zero Hora (RS).

Na categoria Reportagem, em 10 lugar ficou “Como morre um inocente no Rio de janeiro”, da Revista Época; em 20 “Guerra das Águas”, O Estado de São Paulo; em 30 “Elenira Severino – uma vítima esquecida da Operação Condor”, da Gazeta do Sul (RS). A Menção Honrosa foi para “Acadêmicos brasileiros se exilam por ameaças de morte”, do Correio Brazieliense.
Na categoria Televisão, 10 lugar foi “Projeto Inocência”, da TV Globo/Fantástico RJ, seguida de “Os invisíveis”, e “Agricultoras Violentadas”, ambas da TV Record. Na categoria rádio, 10 Lugar foi “Covid nos frigoríficos”, Rádio Guaíba (RS), seguida de “Gardiões do Meio Ambiente”, da Rádio Guaúcha (RS) e “Uma morte a cada 37 segundos”, da Rádio Senado (DF). Menção Honrosa: “Direitos Humanos em Debate”, Rádio jaboatão dos Guararapes (PE).

Na categoria documentários, o filme “Confederação dos Tamoios: a última batalha”, do cineasta Carlos Pronzato e produção executiva e Dulce Tupy, ganhou o segundo lugar do Prêmio Direitos Humanos no Jornalismo.

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