Dalton Borges analisa o atual momento político

Dalton Borges, quando era prefeito de Saquarema, em seu gabinete

Dalton Borges, quando era prefeito de Saquarema, em seu gabinete

Poucos políticos em Saquarema tem a experiência do ex-prefeito Dalton Borges. Com forte apelo popular, vencedor em várias eleições sucessivas, Dalton marcou época, com seu estilo boa gente, sorriso aberto, cheio de simpatia. Praticamente cunhado do pré-candidato a prefeito Pitico (Hamilton Oliveira), cuidou dos seus sobrinhos como se fossem seus próprios filhos, junto com a esposa Rosângela, irmã de Gal, esposa de Pitico que havia falecido precocemente. Viúvo desde muito jovem, Pitico permaneceu na política, ajudando a montar palanques e cenários, coordenando eleições, onde os prefeitos vitoriosos circularam durante as campanhas. Hoje, Dalton fala do atual momento político, com base em sua vivência pessoal.

“Em 88 eu tive 289 votos e me elegi vereador; em 92 tive 756 votos”, lembra o ex-vereador e ex-prefeito Dalton Borges. Para vencer, temos que conhecer o nosso adversário. Não se parte para uma batalha sem conhecer quem você está enfrentando. E eu conheço muito bem o nosso principal concorrente, o candidato adversário do nosso grupo político. Fizemos campanha juntos em 88, quando o Carlos Campos venceu; depois em 92, quando ele perdeu. E perdeu porque é mentiroso. Em 92, quando ele disputou com o Dr. João, ele se achava todo poderoso e mentia para o povo dizendo que estava na frente. Era mentira. Ele fazia pesquisa e dizia que estávamos bem, mas fomos derrotados por 5 mil votos”, relembra Dalton. “Hoje estamos com uma eleição disputadíssima. Aí o que ele faz? Uma pesquisa com um instituto que tem 4 meses, registra e publica, mas que não reflete a realidade. Não é o que vemos e sentimos nas ruas. Não dá para acreditar nas pesquisas dele”, considera Dalton. Indignado com a postura do adversário – que segundo ele está inelegível até 2024 e que na hora da verdade isto vai ser revelado – fala que é preciso mostrar de fato quem ele é: uma pessoa má, um péssimo político.

“Temos que dizer na rua quem ele é. Ele não é nenhum salvador da pátria. Pelo contrário. Ele é no mínimo ingrato por falar de Pitico. Ele tinha que respeitar Pitico, por tudo que Pitico fez e representa. Ele jamais poderia falar mal de Pitico! Ele tentou desconstruir a imagem do Pitico, como se ele fosse um homem do bem, que ele não é. Ele saiu fugido de Araruama! Ele é do mal. Pitico pode ter vários defeitos, mas é uma pessoa do bem. Enquanto ele estava discursando nos palanques, Pitico estava lá embaixo, animando os comícios com a sua bateria. Ele só ganhou a eleição porque tinha Paulo Melo por trás, dando todo o suporte, todo o apoio”, continua Dalton.

Quanto ao governo Franciane, Dalton fala que é o único da região que está com os salários dos funcionários em dia. O único município que não está envolvido em corrupção. O único que mantém um ritmo acelerado de obras. “Será que ninguém está vendo isso?”, pergunta. “Franciane soube administrar o município com muito carinho, com zelo. Está tudo em dia, funcionando. As escolas, as creches, estão maravilhosas. O novo hospital HELagos é uma realidade. O asfaltamento das ruas e estradas continua. A orla em Itaúna ficou muito bonita e a orla da Praia da Vila também. A praça de Sampaio Correa ficou muito linda”, fala enumerando algumas obras recentes. E finaliza: “Pitico é do bem; o nosso adversário é do mal. Pitico vai ser um prefeito amigo, popular, do bem. Ele vai receber todo mundo no gabinete, porque é humano e tem as portas da casa dele abertas para todos. Ele vai governar com o povo”.

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