Adeus a Paulo Luiz Barata

O poeta Paulo Barata (Foto: Telma Cavalcanti)

O poeta Paulo Barata (Foto: Telma Cavalcanti)

Dizer que foi um grande escritor, poeta, músico, pensador, místico e cineasta experimental é pouco. Paulo Barata foi tudo isso e muito mais. Fiel representante da contracultura dos anos 70, quando viajou pelo Brasil de carona, on the road, com a jornalista Dulce Tupy, amiga de infância na Tijuca, no Rio, conheceu a Bahia, onde fincou raízes, antes de se mudar para Portugal, ficando primeiro em Lisboa e depois no Porto. Inquieto, Paulo também morou em Moçambique, Inglaterra e Alemanha. De volta ao Brasil, radicou-se em Friburgo, na serra, mas passava dias em Saquarema, onde se apresentou inúmeras vezes no CACS, convidado pela amiga Telma Cavalcanti, onde fez sua última apresentação. Seus livros: A Arca de Poé, Escola do Trovão, Poetáfi a Moloi, Senya Semiotyka -Spirituals, Imans e Porriloguios, Charles Pará, o Que Q Houve, o Q Que Há! e Luzes da Cidade Ipanema permanecem eternos enigmas que buscam na alma a essência do ser.

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