O 13 de maio festeja os pretos velhos

Para a umbanda, o 13 de maio, passou a ser o dia dos pretos velhos, quando é oferecida uma feijoada seguida de doces tradicionais da culinária nativa (Fotos: Edimilson Soares)

Para a umbanda, o 13 de maio, passou a ser o dia dos pretos velhos, quando é oferecida uma feijoada seguida de doces tradicionais da culinária nativa (Fotos: Edimilson Soares)

 

O preto velho é cultuado em todos os terreiros de umbanda, inclusive no da mãe Dolores de Xangô, no Areal

O preto velho é cultuado em todos os terreiros de umbanda, inclusive no da mãe Dolores de Xangô, no Areal

A data da libertação dos escravos é comemorada em todos os terreiros de umbanda no Brasil. Considerados entidades ancestrais do tempo dos escravos, os chamados pretos velhos incorporados nos médiuns dão conselhos sobre a saúde, a família, o trabalho e o amor, entre outras atividades. Vovô que fuma cachimbo e gosta de vinho é uma tradição, assim como a feijoada servida com arroz, couve e farofa seguida de sobremesas: cocada, pé-de-moleque, paçoca, bolo de fubá, milho e outras delícias. No congá de Mãe Dolores de Xangô, no Areal, a tradicional festa dos pretos velhos se realizou, como em todos os anos, entre filhos de santo, amigos e parentes.

Os “ogans”, que tocam os tambores no terreiro, desempenham um papel de destaque no ritual da umbanda

Os “ogans”, que tocam os tambores no terreiro, desempenham um papel de destaque no ritual da umbanda

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