Edição histórica de O Saquá fez grande sucesso na cidade

Editorial - Dulce Tupy

A ideia partiu do diretor comercial e repórter fotográfico Edimilson Soares, que é aficionado por livros e histórias. Em anos de trabalho em Saquarema, não faltaram pesquisas e depoimentos que foram despertando o interesse pela memória da cidade. Ao meu lado, cúmplice no jornalismo e nas pesquisas, ao longo de 20 anos, atingimos o ideal de concretizar nesta edição em homenagem a Saquarema, pelos 172 anos de emancipação político-administrativa, um pouco da história deste município que tão bem nos acolheu. Em edições anteriores do jornal O Saquá, especialmente nas datas de aniversário da cidade, já abordamos temas históricos do município, como no ano passado, quando reportamos a visita do príncipe Wied a Saquarema, no século XIX.

Porém, a riqueza do material coletado ao longo dos anos, a força de uma equipe de jornalistas competentes e bem entrosada – Silênio Vignoli, Alessandra Calazans e Michele Maria – bem como a colaboração de amigos, como Herivelto Bravo Pinheiro e apoio de patrocinadores locais foi a fórmula para a edição bem sucedida do jornal mais comentado dos últimos tempos em Saquarema, com repercussão em outros municípios e até na capital do Estado do Rio de Janeiro, onde o jornal chega através da internet. Uma das marcas do jornal O Saquá é fazer um registro do presente e um resgate do passado, para que as futuras gerações saibam reconhecer suas origens e valorizar o patrimônio natural, cultural e arqueológico do município. Esta característica foi reconhecida pelos leitores que vem se manifestando publicamente a respeito desta edição muito especial e histórica, comemorativa do 8 de Maio.

Dentre as muitas manifestações, está a honrosa Moção de Congratulação e Aplauso requerida na Câmara Municipal pelo vereador Chico Peres, aos jornalistas Edimilson Soares e Dulce Tupy, por esta edição especial e histórica do jornal O Saquá. Também se manifestou a subsecretária de Cultura de Saquarema, professora Diony Fernandes, parabenizando o jornal O Saquá pelo “belíssimo trabalho de sua edição histórica, comemorativa aos 172 anos de Saquarema!”, acrescentando que “Os exemplares do jornal estarão disponíveis para consulta em nossa Biblioteca”. Ficam aqui registradas também outras felicitações, enviadas por escrito. É gratificante realizar um trabalho e saber que atingimos o objetivo, através do reconhecimento do público, pois a eficácia do jornalismo só é bem avaliada através deste tipo de retorno, ou seja, o feedback da mensagem propagada.

Assim escreveu a jornalista Alexandra Lambraki, de Maricá: “Não sei qual foi a matéria que mais gostei. A do Silênio, contando a historia do seu pai Casimiro, sobre o brasão, o hino e a bandeira? A do registro e imagem de N.Sra. de Nazareth? A batalha dos Tamoios? O Instituto Madre Maria de Neves? Paro por aqui, aplaudindo de pé todos vocês”. E o morador de Jaconé, Ricardo Silva: “Deliciado folheei a edição 158 d’O SAQUÁ. Admirador que sou da história em geral, fico grato quando vejo um trabalho de preservação e avivação da memória.  Quem sabe um dia nossas escolas passem, nas aulas de história, a contar a grandeza de Saquarema no cenário brasileiro. A foto da rua Professor Francisco Fonseca é uma preciosidade; obrigado por ter compartilhado. Parabéns a todos do jornal por terem nos dado esse presente maravilhoso”.

Só temos a agradecer estas e outras palavras de estímulo que têm nos chegado a todo tempo.

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Sobre o autor

Dulce Tupy é editora do jornal O Saquá e da Tupy Comunicações.