Apesar das graves queimaduras no rosto e no corpo, Andreia já se recupera em quarto da Clínica São Vicente no Rio

Andreia (primeira à esquerda) em recente evento social no Hotel Maasai, em Itaúna. (Foto: Edimilson Soares)

Andreia (primeira à esquerda) em recente evento social no Hotel Maasai, em Itaúna. (Foto: Edimilson Soares)

O delegado Dr. Luciano Coelho está comandando as investigações  acerca do atentado. (Foto: Dulce Tupy)

O delegado Dr. Luciano Coelho está comandando as investigações acerca do atentado. (Foto: Dulce Tupy)

Agredida cruelmente com um jato de ácido que a atingiu no rosto e partes do corpo, Andreia Montibeler está se recuperando na Clínica São Vicente, após ter passado dois dias no CTI. Ela e seu filho Ian, de 6 anos, foram atacados de surpresa por dois homens numa moto, na porta da Escola Corujinha, no bairro de Itaúna, em Saquarema. Bióloga, oceanógrafa e empresária, Andreia inaugurou há cerca de 4 meses a mais moderna e sofisticada academia de ginástica de Saquarema, a Mitra, na Avenida Oceânica.

Segundo o delegado da 124ª DP, de Saquarema, Dr. Luciano Coelho, Andreia vinha sofrendo ataques de um dos alunos da academia, que chegou a divulgar uma carta contra Andreia na internet e distribuiu impressa como folheto na cidade. Sentindo-se caluniada, injuriada e difamada, ela foi à delegacia e registrou a ocorrência, onde já havia uma denúncia contra ela, feita por este aluno.

A Academia Mitra, recém inaugurada por Andreia na Avenida Oceânica, no bairro de Itaúna. (Foto: Dulce Tupy)

A Academia Mitra, recém inaugurada por Andreia na Avenida Oceânica, no bairro de Itaúna. (Foto: Dulce Tupy)

Semanas depois, Andreia e o filho foram atacados pelos dois homens de moto, com capacete, o que dificulta a identificação dos agressores. Porém, câmaras de pousadas que ficam na área registraram uma moto que seguiu o carro de Andreia até a Escola Corujinha, onde ocorreu a agressão.

Um boletim médico da Clínica São Vicente, no Rio, divulgado hoje de manhã, confirma que a paciente apresenta “queimadura química profunda” em cerca de 20 a 25% do corpo, incluindo face, pescoço, tronco e membros superiores. Segundo o boletim, assinado pelo cirurgião plástico Dr. Marcos Aurélio Pellon, coordenador da Unidade de Queimados da clínica, o quadro é estável, mas inspira cuidados. Não há previsão de alta.

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