Odorico Paraguaçu, qualquer semelhança pode não ser ficção

Ética na Política - Bruno Pinheiro

Meus irmãos saquaremenses, minha gente: Antigamente, no Brasil República, imperava a desigualdade máxima das classes sociais e a escravidão; o povo de cada Estado vivia “a mando” dos chamados “coronéis”. Eles (os coronéis) mandavam e desmandavam como queriam, pois, eram a própria lei. Isso porque o Rei (ditador) dava todo poder aos coronéis em troca de favores, esquemas, dinheiro, escravos etc.

O coronel nunca foi eleito de forma memorável, seus seguidores ou seguidora também não; pouca gente gostava do coronel, melhor, a maioria nunca gostava; só a minoria privilegiada que enriquecia seus parentes com cargos e muito ouro que não se sabe a origem. Mas, mesmo assim, contrário a vontade da maioria do povo, os coronéis se achavam queridos e poderosos.

Nos dias de hoje, apesar da democracia, ainda existem coronéis, que não têm a vergonha de figurar em cargos, presidências etc. por imposição de algum governante ditador e não por aclamação. Infelizmente, os chamados “esquemas” dos tempos do Brasil República ainda existem, com outros nomes: armações, tráfico de influência e por aí vai.

Porém, tenho fé que essa quadrilha de “colarinho branco” um dia vá se extinguir de vez. Coronéis, aproveitem a vida de libertinagem e luxúria, porque tudo nela ( na vida) tem um fim e essas armações podem não passar pelo crivo de alguns, esquivar-se das leis, mas da justiça divina nunca passará.

Porque sem esses coronéis, meus irmãos Saquaremenses, POVO TRABALHADOR, minha gente competente e querida, teremos uma sociedade sempre feliz, com melhores condições de trabalho e vida, por um Brasil justo e perfeito; uma Saquarema respeitada e muito melhor.

Fiquem com DEUS.
Um grande abraço, Bruno Pinheiro.

O Saquá 130 – Fevereiro/2011

Artigo publicado na edição de fevereiro de 2011 do jornal O Saquá (edição 130)

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Sobre o autor

Bruno Pinheiro é advogado.